Conheça as ações que o LabMax-IFSP está realizando para auxiliar no combate ao COVID-19.
Campanha de divulgação;
Máscaras de proteção com impressora 3D;
Sistema de Respirador Mecânico;
Sistema de Detecção de Pneumonia Aguda por COVID-19 por Near-Field Microwave Imaging Radar.
Campanha de Divulgação
O que é coronavírus? (COVID-19)
Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19).
Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.
A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1…
No dia 24 de março de 2020, o Dr. Breno Teixeira dos Santos, Professor EBTT do IFSP, Diretor Geral do Campus Suzano e Pesquisador do Laboratório Maxwell, teve a iniciativa de criar o Grupo no Whatsapp intitulado “Faceshield IFSP”. Neste grupo realizou uma rede de contatos onde convidou professores do IFSP, incluindo os professores do IFSP, Antonio Mendes de Oliveira Neto (Campus Suzano) e Alexandre Maniçoba de Oliveira (Campus Cubatão), ambos também pesquisadores do LabMax-IFSP, para auxiliar na otimização do projetos 3D para impressão.
Repetir Host V2.1.6 com suporte otimizado pelo Dr. Antonio Mendes
Estes esforços de otimização foram necessários inicialmente para estudar a quantidade de material a ser utilizado por cada diferente tipo de projeto, suas características de usabilidade e resistência a solicitações físicas, bem como entender o tempo de impressão necessário, para cada parte dos diversos projetos estudados. Em alguns casos, pequenos ajustes foram feitos para garantir maior eficiência dos trabalhos posteriores.
Mascara impressa durante 11 horas na impressora Prusa Mendel I2 do LabMax-IFSP pelo Dr. Alexandre Maniçoba para estudo de viabilidade técnica.
Além dos FaceShield, o Dr. Breno solicitou o estudo de viabilidade técnica de alguns projetos de máscara de proteção, o que levou a análise de dois projetos pelo LabMax-IFSP.
Caso você queira participar deste projeto, entre em contato conosco.
Repirador Magneto-Mecânico classe Takaoka projetado pelo Dr. Antonio Marques do LabMax-IFSP.
No dia 26 de março de 2020, o Pró-Reitor de Pesquisa do IFCE, Dr. José Wally Mendonça Menezes entrou em contato com o Dr. Alexandre Maniçoba de Oliveira e convidou a equipe de pesquisadores do Laboratório Maxwell a integrar o Projeto VentMeCovid19, que congrega Pesquisadores do IFCE, dos Programas de Pós-Graduação do IFCE, Médicos, Fisioterapeutas e empresas do setor privado e tem por missão desenvolver em tempo hábil, um novo, prático e eficiente Respirador Mecânico, para atender as demandas por este equipamento, pelo Governo Federal do Brasil. Após diversas videoconferências, o LabMax-IFSP iniciou sua contribuição para o Projeto VentMeCovid19, sob a liderança do professor do IFSP, Antonio Luiz Marques Júnior, com o desenvolvimento do respirador magneto-mecânico classe Takaoka. A equipe do professor Antonio Marques é formada pelos professores do IFSP: Dr. Breno Teixeira dos Santos, Dr. Alexandre Maniçoba de Oliveira, Dr. Charles Artur de Oliveira e Dr. Antonio Mendes de Oliveira.
Animação do Projeto do Respirador LabMax-IFSP Magneto-mecânico Classe Takaoka do Dr. Antonio Luiz Marques Júnior.Momento da videoconferência sobre os desdobramentos do projeto com pesquisadores do LabMax-IFSP.
Sistema de Detecção de Pneumonia Aguda por COVID-19 por Near-Field Microwave Imaging Radar
Exemplo de NMI
No dia 1 de Abril de 2020, o professor Titular da Escola Politécnica da USP, Ph.D. pelo MIT-USA e co-fundador do LabMax-IFSP, o Ph.D. João Francisco Justo Filho, após o término da etapa de revisão de um artigo para um periódico internacional, que trata da detecção de câncer cerebral infantil por Imagens de Micro-ondas de Campo Próximo, do inglês, Near-Field Microwave Imaging – NMI, decide iniciar uma pesquisa no LabMax-IFSP com o intuito de usar o legado da NMI, que já vem sendo desenvolvida a anos pelo grupo, para a detecção do quadro de pneumonia aguda por COVID-19 com intuito de agilizar o processo de triagem de pacientes, através do uso de um equipamento barato, portátil e de fácil produção.
Ph.D. João Francisco Justo da EPUSP e LabMax-IFSP
O projeto de Diagnóstico de Pneumonia Aguda por COVID-19, liderado pelo Ph.D. Joao Francisco Justo, conta com os professores pesquisadores do LabMax-IFSP: Dr. Alexandre Maniçoba de Oliveira, Dr. Antonio Mendes de Oliveira, Dr. Breno Teixeira dos Santos, Dr. Arnaldo de Carvalho e a Dra. N. Nurhayati, colaboradora internacional do LabMax-IFSP da Universidade de Negeri Surabaya na Indonésia.
No dia 22 de Outubro de 2019, os alunos bolsistas do Laboratório Maxwell, Karen Cristina, Raimundo Eider e José Mário, que falaram sobre seus projetos de Iniciação Científica. Na oportunidade também fora entrevistado o professor Igor Carneiro, aluno do Mestrado de Telecomunicações do IFCE, falando sobre o resultado de sua pesquisa, que também foi apresentado no WMO. A entrevista foi conduzida pela monitora da TV IFSP, Letícia Santos e fez parte da programação do SBMO WMO – WorkShop de Micro-Ondas 2019.
Last October 12, the email entitled: Microwave and Optical Technology Letters – Decision on Manuscript ID MOP-19-0572.R1, was received in the mailboxes of Dr. Nurhayati of Negeri Surabaya University in Indonesia, Senior International Researcher from LabMax and Dr. Alexandre Maniçoba de Oliveira from LabMax Brasil. In the letter, mr. Chief Editor Wenquan Che of Microwave and Optical Technology Letters reported:
It is a pleasure to accept your manuscript entitled “Palm Tree Coplanar Vivaldi Antenna for Near Field Radar Application” for publication in Microwave and Optical Technology Letters.
First of all, it is worth remembering the beginning of this partnership with Dr. Nurhayati, which began through studies conducted via ResearchGate, when Dr. Nurhayati was still pursuing her doctorate almost five years ago. Since then, an intense scientific partnership has culminated in her joining LabMax, especially through the creation by Dr. Nurhayati of the coplanar version of Palm Tree.
Fabricated antenna: (a). R-AVA front view, (b) R-CVA front view, (c) R-CVA back view, (d) ESE- AVA front view, (e) ESE_CVA front view, (f) ESE-CVA back view.
With this scientific paper, accepted in a renowned scientific and international journal of the Microwave area, based on a research totally designed and conducted outside Brazil, marks for all of us the beginning of LabMax’s international academic career.
Thank you, Dr. Nurhayati, for being part of LabMax and for driving the worldwide Palm Tree antenna survey with us!
O Laboratório Maxwell, instituído no Campus Cubatão do IFSP através da portaria nº CBT.0130/2018 de 06/11/2018, administrado pelo grupo de pesquisa, homônimo, certificado junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) sob o nº 5.497.663.866.471.659, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, autarquia federal, constituída nos termos da Lei n.º 11.892, de 29 de dezembro de 2008, inscrito no CNPJ sob o n.º 10.882.594/0001-65, abre o presente processo seletivo com o intuito de promover a captação de recursos humanos para realização de acompanhamento de pesquisas aplicados para atender as necessidades da comunidade nas áreas de saúde, industria, educação e defesa.
O projeto ao qual o aluno irá ser inserido, relaciona-se ao desenvolvimento de um protótipo de radar de micro-ondas de banda X (IEEE) utilizando o Arduino. Este projeto é vinculado ao projeto para o desenvolvimento de um sistema de Detecção de Tumor Cerebral Infantil por imagens de Micro-ondas.
Para participar do processo seletivo o candidato concorda com os termos da Portaria nº 3903/2018 – regulamento do PIVICT da Pró-reitoria de Pesquisa do IFSP, disponível aqui.
No dia 29 de agosto de 2019, os alunos do 4° semestre de engenharia de controle e automação do Campus Cubatão do IFSP realizaram uma aula “estrelar” ao utilizarem o Radiotelescópio do LabMax para observar as atividades solares com o intuito de entender fenômenos de clima espacial que envolvem nosso planeta e é regido por nossa estrela, o Sol. A aula prática foi organizada pelo Dr. Alexandre Maniçoba de Oliveira, com o apoio do Coordenador do Curso, Me. Marcelo Coelho e da Drª Anna Karina.
O experimento extra-classe foi realizado em um dia de céu de brigadeiro, o que proporcionou ótimas medidas da atividade solar.
Ilustração da absorção atmosférica para diferentes comprimentos de ondas eletromagnéticas (SILVA, 2016)
A aula foi idealizada a partir do uso da metodologia PBL (Problem Based Learning) e proporcionou aos alunos, um ambiente de aprendizado auspicioso para a compreensão dos assuntos estudados na disciplina de Física Teórica III, onde na ocasião do experimento, estava sendo abordado conceitos de Transmitância Atmosférica de ondas eletromagnéticas.
Na escola de medicina da Universidade McMaster, no Canadá, por volta dos anos 60, uma nova metodologia de ensino foi criada, a PBL. Esta metodologia foi baseada no estudo de casos da faculdade de direito da Universidade Harvad, nos Estados Unidos da América e também em um método de aprendizagem e ensino na área de medicina da Universidade Case Western Reserve, neste mesmo país.
Fonte: (BOKEY, CHAPUIS e DENT, 2014)
Ribeiro
(2005), conceitua a PBL hoje como um método de ensino pautado no estudo de caso
e resolução de problemas reais, de maneira a instigar no aluno, ao menos:
pensamento crítico, conhecimento do assunto e habilidades profissionais. O último
item, em geral não é adquirido no ambiente escolar, ao contrário disso, tem
sido desenvolvido somente na atuação no mercado de trabalho, o que nem sempre é
possível, visto que sem estas habilidades, o aluno recém-formado pode nem mesmo
ser inserido em um emprego.
O
aluno, quando exposto ao aprendizado, erguido com os fundamentos da PBL, terá a
oportunidade de, ao solucionar o problema proposto em sala de aula, pensar,
expressar suas opiniões, desenvolver suas habilidades de trabalho em equipe e
liderança e adquirir ainda mais respeito mútuo e responsabilidade. Tudo isso
simultaneamente a aquisição de conhecimento, necessário para solucionar o
desafio de maneira vencedora, tornando-se um pesquisador.
Outro
conceito para a PBL é apresentado por Barrows (2002), onde usa-se alguns conceitos-chave
para isso, sendo eles:
Os alunos são expostos a
problemas estruturados de maneira que possam discutir sobre estes e assim
tenham uma série de pensamentos e ideias a respeito das prováveis causas dos
problemas, bem como as formas de solucioná-lo.
A PBL é uma metodologia
centralizada nos alunos, sendo estes os protagonistas na determinação do
conjunto de conhecimentos a serem aprendidos para que seja possível resolver o
problema. Os alunos encarregam-se de sozinhos identificarem os problemas-chave
e a melhor maneira de trata-los, não obstante, necessitam identificar quais
áreas de conhecimento eles não dominam, e assim determinam o que deve ser
estudado para sanar o problema.
Os docentes agem como
facilitadores, como orientadores que realizam questionamentos e levantamentos
metacognitivos aos alunos com a intensão de leva-los a pensar.
A base da PBL é a
autenticidade, pois os alunos têm a oportunidade de resolver o problema e assim
experimentar de forma profissional a resolução deste.
Voltando
para os conceitos de PBL segundo Ribeiro (2005) e pautando-nos pelos escritos
de Masetto (2004), a PBL não pode ser considerada e reduzida a um conjunto de
técnicas em que os alunos se apoiam para solucionar o problema, mas sim uma
metodologia de aprendizagem baseada na exposição da prática de solução de
problemas que, em geral, envolvem a aquisição de conhecimentos de maneira
integrada e estruturada (BARROWS, 1996).
Este
ambiente de aprendizado é construído em torno de problemas reais, de tal forma
que haja o desenvolvimento de habilidades para o futuro profissional, sendo
elas: trabalho em equipe, aprendizagem autônoma, liderança e conhecimentos
específicos sobre o assunto. Lembrando que o aluno é o principal responsável
por conseguir seu próprio conhecimento.
Sobre a aprendizagem autônoma, Schmidt (1993) acredita que seja esta habilidade a maior recompensa, a maior incentivadora que leva os alunos e todos os envolvidos no processo de aprendizagem baseada em problemas a conhecerem melhor o mundo real, àquele distante das teorias, leis, conceitos e livros, àquele que não possui enunciado e que traz como que um ambiente de simulação do que há por vir na vida do futuro profissional.
Já
segundo o educador, médico e escritor Oliver Wendell Holmes, a mente, uma vez
expandida por ideias maiores, jamais voltará ao seu tamanho original. Neste
notável pensamento, Holmes leva-nos a refletir que partindo do princípio que
quando os alunos descobrem “o quão bons podem ser”, eles jamais, repito, eles
jamais serão como antes. Além disso, expandem seus limites, outrora impostos
pela sua condição tradicional (MACKAY, 1991).
Ainda
que a PBL seja um modelo de educação pautada na resolução de problemas e que
traga consigo uma gama de vantagens, já apresentadas anteriormente, uma dúvida
é suscitada: Pode a PBL ser perfeita e livre de problemas pedagógicos?
A resposta é simples: Não! A PBL tem seus problemas.
Assim
sendo, em total contraste ao que foi abordado até aqui, e para balancear o
entendimento da prática da PBL, podemos nos lastrear nos estudos de Kirschener,
Clark e Sweller (2006) que afirmam veemente que a PBL, é sem sucesso e ineficaz
para o aprendizado.
Já para Kolmos e
Algreen-Ussing (2001), a primeira, pesquisadora do segmento de educação baseada
em problemas nos cursos de engenharia da Organização das Nações Unidas para a
Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a prática da PBL inspira um elevado
nível de engajamento dos alunos, sobretudo quanto aos estudos, por consequência
disso, desenvolvem um nível forte e complexo de compreensão.
Ainda assim, Graaff e
Kolmos (2003) reforçam que existe uma desvantagem em relação a prática da PBL:
A possibilidade de haver “lacunas” em algumas partes específicas do
conhecimento adquirido. Entretanto, é fundamental que os alunos participantes
deste método de aprendizado levem consigo que serão pesquisadores, para o resto
da vida, e que precisam tomar responsabilidade pelos seus próprios
conhecimentos adquiridos.
Tanto
para Schmidt (1993 e 2002) quanto para Regehr e Norman (1996), ao aplicarmos a
metodologia PBL, observamos que o nível de conhecimento dos alunos em relação
ao problema proposto, determina a natureza e a quantidade de conhecimentos
novos que devem ser adquiridos.
Para
estes pesquisadores há certa preocupação sobre como os alunos terão acesso ao
conhecimento adquirido e memorizado, além de defenderem que nesse ponto, quando
se refere a memorização do conhecimento, a PBL ajuda, pois desde o início, o
problema é contextualizado e o aprendizado memorizado como experiência e não
como enunciados e teorias.
Quando
eles (os alunos) forem expostos, em suas vidas profissionais, a desafios que
exijam estes conhecimentos, terão plenas condições de utilizá-los. Isso se deve
ao fato de que durante a etapa de aquisição e memorização do, os próprios alunos
estruturaram em suas memórias todo este conhecimento.
Esta
forma de memorização proporcionada pela PBL é diferente de apenas gravar
informações, ou seja, estruturam sua forma acessar a informação, o
conhecimento. A PBL muda a forma de pensar e resolver um problema, esse método
pode tornar o conhecimento mais ou menos acessível na memória, dependendo principalmente
de como a pessoa o organizou em sua memória, sobretudo com base nas experiências
vividas durantes as aulas.
Para Powell (2000) há vantagens da utilização
da PBL especificamente no ensino na engenharia, sendo elas:
Durante a realização do
trabalho em equipe, os alunos aprendem a expressar suas opiniões e sobretudo a
ouvir o que os colegas pensam, desta maneira acabam estabelecendo uma série de
parcerias e interagindo com o corpo docente. Eles também aprendem a trabalhar
melhor com prazos e descobrem o que já sabem e o que necessitam aprender para
resolver o problema;
A metodologia PBL é uma
ferramenta útil contra a evasão escolar, pois os alunos se comprometem com o
grupo e criam expectativas para ver o problema solucionado, buscando o sucesso.
Ainda
segundo Powell (2000), há algumas desvantagens na PBL:
Em matérias mais avançadas
que necessitam de problemas complexos, é consideravelmente difícil obter todo o
conhecimento necessário para resolve-lo;
Nota-se que os alunos
têm dificuldades para aprender sozinhos matérias como eletromagnetismo e
física, por exemplo;
Os alunos devem
trabalhar no ritmo do grupo, o que pode não ser muito confortável para alguns;
Para os professores pode
surgir o estresse, sobretudo se o grupo questionar assuntos avançados e que não
sejam da área do docente, obrigando-o direcioná-los a algum profissional
especialista;
Referências
BARROWS, H. S. Problem-based learning in medicine and
beyond: A brief overview. New directions
for teaching and learning, vol. 68, p.3-12, 1996.
BARROWS, H. S. Is it Truly Possible to have such a thing as PBL. Distance Education, Vol. 23, n.1, 119-122, 2002.
BOKEY, Les; CHAPUIS, Pierre H.; DENT, Owen F. Problem-based learning in medical education: one of many learning paradigms. Med J Aust, v. 201, n. 3, p. 134-136, 2014.
GRAAFF, Erick de; KOLMOS, Anette. Characteristics of Problem Based Learning. Países Baixos: Universidade
Técnica de Delft, 2003.
KIRSCHNER, P. A., SWELLER, John, & CLARK, Richard
E. Why minimal guidance during instruction does not work: An analysis of the
failure of constructivist, discovery, problem-based, experiential, and
inquiry-based teaching. Educational
Psychologist, vol. 41, n.2, p.75-86, 2006.
KOLMOS, A. and
ALGREEN-USSING, H. Implementing PBL and project organized curriculum: Acultural change, Das Hochschulwesen,
vol. 1, 2001.
MACKAY, Alan L. A
Dictionary of Scientific Quotation. Ed. Galliard (Printers) Ltd. Norfolk. P 121. 1991
MASETTO, M. T. PBL na educação. In: ENDIPE, 12, 2004, Curitiba. Anais. Curitiba: Editora Universitária Champagnat, v. 2, p. 181-189, 2004.
M. P. C. SLVA, “A observação da Lua com instrumentos ópticos e o ensino de astronomia: Articulações entre a experimentação e a sala de aula”. Dissertação de Mestrado. Universidade de São Paulo, 2016.
POWELL, P. From
classical to project-led education. In: POUZADA, A. S. (ed.). Project based
learning: project-led education and group learning. Guimarães: Editora da
Universidade do Minho, p. 11-40. 2000.
REGEHR, G.; NORMAN, G. R. Issues in cognitive
psychology: implications for professional education. Academic
Medicine,
v. 71, n. o, p. 988-1001, 1996.
RIBEIRO, L. R. de C. A aprendizagem baseada em Problemas (PBL): uma implementação na educação em engenharia na voz dos atores. São Carlos: Universidade Federal de São Carlos, 2005
SCHMIDT, H. G. Foundations of problem-based learning: some explanatory notes. Medical Education, v. 27, p. 422-432, 1993.
SCHMIDT, H. G. As bases cognitivas da aprendizagem baseada em problemas. In: MAMEDE, S.; PENAFORTE, J (orgs.). Aprendizagem baseada em problemas: anatomia de uma nova abordagem educacional. São Paulo: Hucitec/ESP-CE, p. 80-108. 2001.
Segue a Tabela com o Resultado Final do processo seletivo de Bolsa de IC 2019 LabMax. Parabéns aos alunos por superarem esse rigoroso processo de seleção.
O Laboratório Maxwell, instituído pela Portaria nº CBT.0130/2018 de 06/11/2018, tem como um de seus objetivos captar e gerir recursos para realizar a pesquisa aplicada e a inovação do arranjo produtivo de nosso país. Em vista disso, realizou-se um processo de seleção de aluno bolsista de Iniciação Científica, categoria PIBIFSP 2019 LABMAX/PRP, para desenvolver atividades em um projeto coordenado pelo Dr. Alexandre Maniçoba de Oliveira, sendo ele:
SISTEMA DE RASTREAMENTO DE CÂNCER CEREBRAL INFANTIL ATRAVÉS DE IMAGENS POR MICRO-ONDAS COM A ANTENA VIVALDI PALM TREE DE ALTA RESOLUÇÃO PARA DIAGNÓSTICO PRECOCE
A Iniciação Científica iniciou em Junho, com duração de 8 meses e irá remunerar o aluno bolsista com o valor de R$ 3.200,00 divididos em oito pagamentos mensais.
Os interessados participaram do rigoroso processo de Seleção, sendo:
Documentação necessária:
Histórico Acadêmico;
Currículo Lattes Atualizado.
Critérios de Seleção:
Média das disciplinas (peso 3)
Produção Acadêmica (peso 3)
Entrevista (peso 4)
Notas para Produção Acadêmica:
1 ou mais artigos em revista Qualis A ou B em Eng. IV – 10 pontos
1 ou mais artigos em congressos internacionais em Eng. IV – 9 pontos
1 ou mais artigos em revista Qualis C em Eng. IV – 8 pontos
1 ou mais artigos em congressos nacionais em Eng. IV – 7 pontos
1 ou mais artigos em revista multidisciplinar – 5 pontos
1 ou mais artigos em congressos multidisciplinar – 3 pontos
demais casos – 0 pontos
Fora selecionado apenas a maior nota obtida.
Entrevista:
Tema da entrevista: Antena Vivaldi Palm Tree
Data e Horário: 05/06/2019 – 14h00 às 15h00
Local: LabMax – Sala 131 – Campus Cubatão
Inscrições
Resultado do processo seletivo que deu origem a essa bolsa:
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